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Depois de Denúncia, Ufscar Vai Apurar Possível Assédio Sexual


A UFscar (Escola Federal de São Carlos) vai abrir investigação interna pra apurar um suposto caso de assédio sexual a uma aluna de doutorado em Sociologia da organização. Pela última quinta-feira (11), a aluna postou uma imagem no Facebook em que aparecia de cabelos raspados como forma de "protesto" por ter sido "agarrada e beijada" pelo professor. falando sobre da escola prometem fazer um feito em repúdio nesta terça-feira (16), às 15h, em frente à reitoria. Próximo à foto, que teve mais de 12 1000 compartilhamentos pela rede social, a estudante declarou que raspou os cabelos visto que foi agarrada e beijada duas vezes pelo orientador sem consentimento.


Fonte de pesquisa: https://3dartistonline.com/user/harbo98rutledge

— Passei 2 anos aterrorizada e coagida pelas relações de poder que perpassam as resultâncias de denunciar o ocorrido. A jovem argumentou que não havia feito a denúncia antes porque temia as consequências negativas que "recairiam no Programa de Pós Graduação e nos colegas do núcleo de estudos". De acordo com a aluna, o docente, que assim como é teu orientador, a afastou aos poucos dos projetos do núcleo de estudos que ele coordena após ter sido negado. Após extenso repercussão nas mídias sociais, participantes da APG (Agregação de Pós Graduandos) da faculdade protocolaram carta na reitoria pedindo investigação do caso.


Eles ainda solicitam a criação de uma secretaria contra assédio aos estudantes e uma secretaria de apoio à mulher. No documento, os estudantes sobressaem que, durante uma reunião, outros alunos neste momento relataram histórias parecidas. — Inmensuráveis outros discentes relataram casos de assédio pela universidade, de forma especial no momento em que se trata de representantes discentes que atuam em órgãos colegiados. A Ufscar, em nota, considerou que nomeará uma comissão pra apurar o episódio.


A universidade afirmou ainda que não suporta assédio, distinção ou ferocidade de cada tipo. Esse foi o segundo caso de agressividade sexual denunciado em uma universidade federal em dezembro. No dia 2, a advogada Marina Ganzarolli denunciou um caso de estupro na Unifesp (Faculdade Federal de São Paulo). Esses relatos começaram a vir a público após duas alunas da FMUSP (Universidade de Medicina da Instituição de São Paulo) denunciarem terem sido estupradas em festas de alunos da associação, em novembro. De lá pra cá, o MPE (Ministério Público Estadual) declarou que tem dicas de oito casos e a Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo) abriu uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para apurar as denúncias. A FMVZ (Universidade de Medicina Veterinária e Zootecnia) da USP bem como informou, pela última semana, que abrirá investigação pra um outro caso de estupro, desta vez no campi de Pirassununga.


Vários dos entrevistados disseram que recebiam tiros dos 2 lados. E os grupos criminosos não foram mesmo que, ficaram onde estavam visto que senão as algumas gangues iam compreender o território. Dessa forma os criminosos esconderam as armas, levaram uma vida normal por um tempo e depois voltaram a agir exatamente como antes.


R. Claro, está tudo como era antes. Porém os militares só têm uma visão limitada da divisão deles da atividade. No Alemão, eles viram que expulsaram os criminosos e ocuparam o território por um tempo. No entanto é claro que o fracasso do governo em levar serviços sociais levou ao fracasso geral. P. A missão de Paz da ONU no Haiti, chefiada pelo Brasil (Minustah), é tida como bem-sucedida pelas nossas Forças Armadas.


     
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R. Os militares brasileiros conseguiram conservar uma imagem de que tuas ações no Haiti estão separadas dos outros contingentes. Eles não assumem responsabilidade por estes erros. ]. Nem tudo podes ter sido investigado, claro. Contudo a função militar foi bem-sucedida. As favelas de Porto Príncipe eram dominadas por gangues, e os militares as expulsaram. Neste momento, os militares aceitam que há um “efeito colateral” no tempo em que enfrentam o inimigo. Eles aceitam que há vítimas civis. Na possibilidade deles, é um mal imprescindível se eles querem mesmo suprimir criminosos.


Isto é problemático do ponto de visibilidade dos direitos humanos, em razão de essas pessoas não fizeram nada, somente viviam em áreas dominadas por gangues. P. Quantas pessoas morreram pela primeira fase de incursões nas favelas de Porto Príncipe? R. UFRN, UFCG E UFMG Oferecem Cursos De Mestrado acredito que existam números oficiais. Os comandantes declararam a responsabilidade por várias dezenas de mortes nas operações de 2007. No entanto empresas de direitos humanos dizem que muito mais pessoas morreram.


É penoso alcançar o número http://www.gameinformer.com/search/searchresults.aspx?q=doutorado . P. Em sua opinião, a Minustah conseguiu realmente derrotar as gangues na capital haitiana? R. Não tenho dúvida que é majoritariamente uma impressão dos militares. Hoje, no Haiti, as gangues criminosas ainda estão lá, mas estão agindo de uma maneira desigual. O que Quem São Os Brasileiros Que Constroem Um Acelerador De Partículas fizeram foi redirecionar a prevalência das gangues em certas áreas durante um certo período.


Entretanto é portanto a visão das Forças Mestrado Administração : os militares se concentram somente nas tuas próprias ações, não em ações políticas, que deveriam vir depois. Para eles, o fracasso posterior em reconstruir o Haiti não é responsabilidade deles. P. Você acha que a percepção dessa operação no Haiti com bem-sucedida é um engano?


Tags: doutorado

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